De volta aos teus braços Famalicão

De volta aos teus braços Famalicão

A altura de regresso é sempre de imensa felicidade para mim. A viagem é cansativa, exausta até, mas nada me consegue tirar o sorriso do rosto quando esta altura do ano se aproxima.

A viagem é planeada, mas como sempre, tudo é marcado em cima da data, o que me causa ainda mais stress e ansiedade. Este ano partimos mais tarde. No calendário já marcava dia 21 de Dezembro. Partimos de cá (aqui) eram 2 horas da manhã e depois de tantas horas de carro, avião e até comboio, chegamos finalmente a Famalicão. Já passava das 17 horas quando o alfa nos deixa na nossa cidade. Carregados de malas vimos os primeiros rostos familiares e isso bastou (e basta sempre) para esquecer todo o cansaço da viagem. Fomos diretos para nossa casa, e pela primeira vez entramos nela juntos. Compramos a casa na altura de férias mas quando a chave veio para as nossas mãos, já o Luis estava na Grécia a treinar. Foi a primeira vez que a viu. A felicidade de estar na nossa casa, e no conforto da mesma é imenso. O da Maggie não foi o mesmo, que chegou sonolenta e não reconheceu a casa.

Nos dias seguintes, as coisas para fazer mutiplicavam-se. Não houve tempo para redes sociais (não tinha internet em casa até). Havia muita coisa do casamento para tratar. Muitos cafés com amigos para tomar. Visitas diárias e cronometradas aos familiares. Um pára e arranca constante que fez com que os dias passassem num instante. Foi tudo muito rápido e entre tanta coisa, ficaram outras tantas para fazer.

O essencial esteve lá sempre – a família. Tentamos estar com eles o máximo de tempo e foi ótimo para matar saudades, abraçar e falar – falar muito. Deu para matar saudades das minhas coisas, dos meus lugares favoritos, e claro, da comidinha da mãe.

E chegada a hora da despedida, enchemos as malas de comida e partimos. Da nossa comida que tanto tínhamos saudades. Nesta hora fica sempre um aperto gigante no peito. Não importa a quantidade de vezes que o fizer, nem os anos que passam, este é e será sempre o momento mais difícil. Sabe sempre a tão pouco.

 

Mas é só um até já Famalicão…

 

 

 

 

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